Tyago Hoffmann fez o dever de casa que a maioria dos concorrentes ignora: transformou a gestão da saúde num documentário de evidência, interiorizou a própria marca nos 78 municípios e chegou na eleição como nome estadual de verdade. No pilar E — Engajamento, a frase que define o caso é seca: “seguidor não é eleitor.”
A audiência estava lá — 68.915 votos não mentem. Mas a cadeira foi para outro. A vitrine era impecável; a fundação, emprestada. Toda a base cresceu no terreno do governo, e nenhum anúncio capturou um nome próprio.
A pergunta que fica: se a engenharia era tão certa, por que o ingresso abriu para o vizinho?
68 MIL VOTOS E O INGRESSO FICOU COM O VIZINHO
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