Meneguelli construiu o maior fenômeno digital da política capixaba — milhões de visualizações, base apaixonada, um personagem que virou marca. Mas quando a disputa mudou de tamanho e passou a exigir conversar com o estado inteiro, o mesmo conteúdo que o fez gigante começou a rachar. No pilar R — Retenção, a frase que define o caso é direta: “Construir audiência é difícil. Perder é fácil — e silencioso.” E o silêncio começou antes da eleição.
O comunicado em tom de vítima não convenceu ninguém além da própria bolha. O racha nos comentários foi “resolvido” com vídeo lavando louça. E no dia da eleição, o maior fenômeno digital do Espírito Santo terminou em quinto lugar — com 7,49%, atrás até de quem também perdeu. O algoritmo o tornou famoso.
O eleitorado o tornou irrelevante. A matéria mãe mostra onde exatamente a máquina quebrou.
O VOTO QUE O ALGORITMO NÃO ENTREGOU
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