Coronel Weliton

CORONEL WELITON: O TAMANHO QUE ERA EMPRESTADO

Coronel Weliton parecia gigante: collab com um, vídeo com outro, audiência de todo canto batendo palma na estátua. No pilar E — Engajamento, a frase que define o caso é direta: “Seguidor não é eleitor. Eleitor é quem sente que você o conhece!”

O problema é que a plateia inteira era alugada — conhecia o colaborador, não ele. Na hora em que a urna cobrou presença própria, o tamanho sumiu junto com a muleta. A pergunta que fica: se o gigante era de barro, quem segurava a estátua de pé?

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ANÁLISE DE PRESENÇA DIGITAL

PLATEIA TODA ALUGADA O TAMANHO ERA REAL.

Confira a análise completa publicada antes do resultado das eleições 2026

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Denninho Silva tratou a campanha como sala de cirurgia: anúncio no alvo, verba no eleitor certo, criativo medido ao milímetro. O tráfego cirúrgico funcionou — enquanto o problema era ser visto. No pilar R — Retenção, a frase que define o caso é direta: “construir audiência é difícil. Perder é

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Colunista

Vinicius Alcantara 
Comunicador e analista de presença digital focado em decifrar as tendências e o impacto das mídias sociais na política e nos negócios.