Durante a sessão desta quarta-feira (15), em alusão ao Dia do Professor, deputados estaduais destacaram o papel fundamental dos educadores para o desenvolvimento social e econômico do Espírito Santo. Apesar das homenagens, os parlamentares também cobraram maior valorização salarial e melhores condições de trabalho para a categoria.
O deputado Coronel Weliton (PRD) ressaltou a necessidade de políticas públicas voltadas à valorização docente. Segundo ele, a educação é base para o progresso do estado. “Professor precisa ser ouvido, apoiado e valorizado, porque não há desenvolvimento sem educação e não há educação sem o professor”, afirmou.
A deputada Janete de Sá (PSB) reforçou a importância da valorização profissional. “Que a gente tenha sensibilidade e cuidado com os nossos educadores, especialmente no que diz respeito à remuneração, que ainda é muito aquém no Brasil e no Espírito Santo”, declarou.
Outros parlamentares, como Alexandre Xambinho, Allan Ferreira (ambos do Podemos), Fábio Duarte (Rede), Mazinho dos Anjos (PSDB), Delegado Danilo Bahiense (PL) e Bispo Alves (Republicanos), também se manifestaram em homenagem aos professores. Bispo Alves destacou a dedicação da categoria, classificando os educadores como “homens e mulheres guerreiros que, com amor e comprometimento, assumem a nobre missão de ensinar”.
Além das discussões sobre educação, a sessão também abordou outras pautas. O deputado Engenheiro José Esmeraldo (PDT) relatou a paralisação das obras de esgotamento sanitário na Praia dos Quinze, em Barra do Sahy, Aracruz, desde setembro de 2024. Segundo ele, a situação preocupa os moradores e representa riscos à saúde pública e ao meio ambiente. Esmeraldo informou que a Cesan é a responsável pelas intervenções e cobrou a retomada imediata das obras.
Outro tema abordado foi o barulho excessivo na orla de Camburi, em Vitória. O deputado Mazinho dos Anjos (PSDB) afirmou que moradores da Mata da Praia vêm denunciando shows irregulares realizados em um quiosque sem permissão para apresentações ao vivo. Segundo o parlamentar, o Disque Silêncio já recebeu mais de 500 reclamações sobre o caso, mas o problema persiste. Ele informou que pretende encaminhar um documento ao Ministério Público, em conjunto com a associação de moradores, para buscar soluções.





