O concurso público da Polícia Civil do Espírito Santo foi tema de debate na sessão ordinária desta quarta-feira (25) na Assembleia Legislativa do Espírito Santo. Parlamentares destacaram a importância da continuidade do certame, mesmo diante de questionamentos apresentados por candidatos.
O deputado Mazinho dos Anjos ressaltou que o processo seletivo é considerado o maior da história da corporação, com a oferta de 1.052 vagas para o cargo de Oficial Investigador de Polícia. Segundo ele, o concurso já avançou para a etapa de Teste de Aptidão Física (TAF).
Durante a sessão, também foi apresentada uma manifestação de candidatos aprovados que defendem a manutenção do certame, com a correção de eventuais inconsistências sem a necessidade de anulação total do processo.
Na sequência, o deputado Delegado Danilo Bahiense destacou a necessidade de recomposição do efetivo da Polícia Civil no Estado. De acordo com o parlamentar, o número atual de servidores é inferior à demanda da população.
O deputado Coronel Weliton também abordou o tema e mencionou a importância de acompanhamento do concurso por parte do governo estadual e da Secretaria de Segurança Pública, diante de relatos de possíveis inconsistências no processo.
Os parlamentares defenderam a continuidade do concurso, com ajustes necessários para garantir segurança jurídica aos candidatos e reforço no efetivo da corporação.
Durante a sessão, também foram discutidos dados relacionados à violência contra a mulher no Estado. Foram mencionados registros de feminicídios e questões relacionadas à estrutura de atendimento às vítimas, especialmente fora do horário comercial.
Os deputados destacaram a necessidade de ampliação do efetivo da Polícia Civil e de melhorias no atendimento especializado às mulheres, incluindo a estrutura dos plantões no Espírito Santo.






